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Comemoração do Dia Internacional do Museu 2012

Este ano, a Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro irá comemorar este período tão grato para os núcleos museológicos: Dia Internacional dos Museus, 18 de Maio. Assim, organizámos um conjunto de iniciativas que procuram promover o nosso património cultural e a nossa memória colectiva, com atividades a decorrer no nosso Espaço Museológico, mas também envolvermos núcleos do Concelho de Águeda. Contamos com a Vossa presença, indispensável...
16 Maio 2012
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Noite dos Museus - Dia 19 de Maio

No próximo dia 19 de Maio pelas 21h30m realizarse-á uma noite de fados para se comemorar a "Noite dos Museus". Cartaz_Noite_de_Fados.pdf
15 Maio 2012
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Seminário - SEXUALIDADE E AFETOS NA VELHICE

DESTINATÁRIOSTrabalhadores na área social, técnicos de serviço social, gerontólogos, psicólogos, enfermeiros, animadores socioculturais, auxiliares de ação direta e todos os cuidadores (in)formais.PROGRAMA10h00: Receção10h30: Sociedade e cultura - a crença do idoso assexuado: causas e consequências;10h45: Comportamento sexualmente inapropriado na demência — como devem agir os cuidadores (in)formais?11h15: Homossexualidade — uma minoria emergente nas instituições.11h30: Coffe break12h00: Casais institucionalizados. Como devem agir os profissionais?13h00-14h30: Pausa para...
12 Abr 2012
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Apresentação
Começo por cumprimentá-los a todos em nome da Fundação Dionísio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro.
É impossível ignorar que entre a produção artística de uma determinada época e a situação social, cultural, religiosa, económica e política estão sempre presente relações de íntima cumplicidade levando, no estudo da história de arte, a uma obrigatória abordagem e conhecimento do meio social em que surge, na respectiva contemporaneidade. Então, a arte e o seu reflexo presente e futuro são um produto do diálogo entre ela e o ente social e o respectivo poder, sem determinismos últimos ou um condicionalismo fatal, extraindo-lhe qualquer autonomia imaginativa.
No Museu, o objecto não perde as funções anteriores, antes ganha a capacidade de representar, contando uma história.
O objecto museológico pode ser transformado pela acção da humanidade e da natureza, que lhe conferirá novos atributos estéticos e de funcionalidade.
São estas metamorfoses que se operam neste Museu. Mutações do objecto. Um crucifixo manterá o valor de culto, no entanto, ganha o valor de exposição. Permitindo, assim, o estudo entre a humanidade e a realidade.
Sendo assim, os objectos comunicam, tal como outro bem cultural ou natural, estabelecendo relações díspares por entre o público que o admira, o examina, o ama, o deseja, o cultiva, o ignora. Igual à música do Cartola, as rosas não falam, mas roubam o perfume da mulher amada.


